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18.7.13

Tempestade Azul - Capitulo 7

Soltei a flecha na testa do primeiro que caiu se debatendo no chão, com um movimento rápido peguei outra flecha e a mirei em outro lobo o atingido no peito.
Chutei um lobo nas costelas que pulava para cima de mim e depois acertei uma flecha no coração dele.
Olhei para o lado para ver como estavam os outros.
Castiel e Geoffrey estavam um de costas para o outro, cercados por quatro lobos. Mas Suzana estava sozinha enfrentando três lobos então fui ajudá-la. Corri e matei um lobo que iria pegá-la por trás. Ela percebeu o que fiz e agradeceu com um aceno.
Castiel e Geoffrey já tinham matado três lobos e a Suzana um quando os lobos que restaram se afastaram de nós e fugiram para dentro da floresta.
- Vamos. - Eu disse pegando o cavalo pelas rédeas.  Seguimos o curso do rio por um longo tempo. Já devíamos ter andado duas horas quando decidi que devíamos descansar.  Castiel e Geoffrey se deitaram em lados opostos e com suas armas de baixo do braço. Eu estava deitada quando Suzana se abaixou ao meu lado. - Eu vi a cara que você fez quando Geoffrey disse que naquelas terras há alguns dias não havia lobos. - Sussurrou ela ao meu ouvido. - Não sei o porque está indo para Nowhereland e agora nem quero saber mais, mas não acredito mais que você é apenas uma filhinha de alguém rico e importante, você é muito mais. - Sussurrou ela e se afastou.
Andamos até chegar a um campo de flores selvagens de variadas cores. Era uma mais linda que a outra. Olhei para Suzana alegre, mas parecia que ela já não estava ali, parecia que ela estava em um mundo completamente diferente do meu só de olhar para aquele lugar, mas esse olhar eu conhecia. Era o olhar de ver um lugar que não via há muito tempo.


Então eu olhei para Geoffrey, que parecia estar quase no mesmo estado que a irmã, mas com a boca aberta.
Então ele correu, correu até uma árvore. Nessa árvore tinha um símbolo, parecia ter sido feito por crianças, mas se ele não tivesse corrido até ela eu nunca ia saber.
Como ele sabia que aquele símbolo estava lá?
Andei até ele, fiquei um passo atrás dele o observando.
- Geoffrey, onde estamos? – Perguntei baixinho.

- Estamos aonde eu cresci. – Ele respondeu pensativo.

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